Indústria Nacional – Saídas e tendências que mobilizam o setor

A indústria nacional enfrentou dificuldades desde o início deste ano. Apenas no primeiro semestre, 54% dos segmentos industriais brasileiros tiveram queda, segundo a revista Isto é. Isso colocou o setor em alerta, principalmente entre os segmentos de calçados, têxtil e farmacêutico, que enfrentam mais problemas desde o outrora de 2018.Continue reading

Indústria 4.0 – O que esperar para 2019? Tendências

O termo Indústria 4.0 não é novo e estamos plenamente inseridos neste conceito. Ele impacta profundamente as empresas, pessoas, rotinas e até mesmo o mindset da sociedade, irremediavelmente. É um caminho sem volta e uma realidade que já está instaurada e que irá se intensificar nos próximos anos. Veja mais sobre este fenômeno a seguir!

O que é a Indústria 4.0?

A chamada Indústria 4.0 nada mais é do que a 4ª onda da Revolução Industrial. Desde 2011, o termo vem sendo usado em todo o mundo para identificar um fenômeno produtivo-social-ecônomico de transformações que marcam um novo período para o mercado e um novo paradigma de produção.

A indústria é marcada pelas inovações tecnológicas nos campos de automação, controle e tecnologia da informação, da conectividade – uma rede de conexões e tecnologias como internet das coisas – inteligência artificial, dados nas nuvens, big data, robotização e várias outras inovações que aceleram o crescimento do mercado, acentuam a concorrência e a busca por novos diferenciais e trazem um novo paradigma para as empresas.

VEJA TAMBÉM: Tecnologia será decisiva no futuro das empresas

Brasil e Indústria 4.0

Para se ter uma ideia, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o número de grandes empresas que utilizam tecnologias da Indústria 4.0 no país cresceu 10% nos últimos 2 anos — subindo de 63% para 73%. Mas os números ainda decepcionam, ainda mais porque o Brasil está atrasado nessa corrida. As pequenas e médias empresas são as que mais sofrem para se adaptar a chamada transformação digital.

Uma das causas do déficit tecnológico é a falta de incentivo e políticas públicas em prol da inovação tecnológica e da carga tributária altíssima sobre as empresas brasileiras, o que acaba impedindo o investimento mais intenso em tecnologia por parte das empresas. Capacitação e mão-de-obra qualificada é outro dos muitos problemas enfrentados.

E 2019 será um ano em que as empresas brasileiras estarão em xeque: será preciso se adaptar e correr atrás, mesmo que ainda precise se recuperar do impacto da crise destes últimos anos.

A boa notícia é que os investimentos tecnológicos não são exorbitantes. É preciso que as empresas, principalmente as pequenas e médias, invistam mais em inteligência de dados, digitalização da cooperação entre fornecedores e parceiros, internet das coisas e inteligência artificial para se manterem sustentáveis e competitivas no mercado.

O limite para esta decisão de investirem em inovação tecnológica é agora, mas é possível ir se adaptando gradualmente. Planejar e pesquisar devem ser o ponto de partida para qualquer negócio que deseja crescer na Indústria 4.0. O segundo passo é a gestão ágil de processos – principalmente os que envolvem inovação.

indústria 4.0

Outro mito sobre a Indústria 4.0 é o grande investimento em troca de maquinário. Não é necessário trocar as máquinas, mas adaptá-las às tecnologias e tornar os processos mais estratégicos. Isso é possível com a coleta contínua de dados e o uso dos mesmos para o próprio benefício da empresa. Coletar dados e mensurar resultados amplia o poder de decisão do gestor.

Outra tendência é tornar a capacitação tecnológica uma prioridade – uma saída para a mão-de-obra escassa. Além disso, todos os setores da indústria podem ser mais ágeis, com tecnologia integrada ao dia a dia destas áreas. Todos os segmentos são impactados pela transformação digital. É o caso do RH, por exemplo, que já consegue recrutar com mais facilidade por diversos meios digitais, integrar as rotinas e dados do trabalhador em tempo real ou permitir o treinamento e capacitação em qualquer lugar e a qualquer momento com recursos EAD.

Como a Contabilidade pode auxiliar a Indústria 4.0?

Outra área que tem crescido consideravelmente e dando apoio a Indústria 4.0 é a Contabilidade. Com recursos inteligentes e especialistas mais alinhados com as novas perspectivas no mercado e com a gestão de alta performance, as assessorias contábeis oferecem soluções enxutas e ágeis, na medida das necessidades da Indústria 4.0.

Os recursos tecnológicos aplicados à Contabilidade transformaram o setor, o que seria quase inimaginável há pelo menos duas décadas. Hoje, o foco é oferecer às indústrias e empresas de todos os segmentos mais informações sobre os seus negócios, para otimizar a tomada de decisão, encontrar oportunidades – seja no mercado ou junto às entidades fiscalizadoras – e tornar toda a rotina corporativa mais dinâmica.

Mais que o intenso uso de recursos tecnológicos, há uma nova forma de pensar e encarar os desafios do mercado – e um exemplo disso é a contabilidade colaborativa, a contabilidade digital, a contabilidade consultiva e outros tipos de atendimento.

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Terceiro Setor – Quais as tendências para o segmento em 2019?

Terceiro Setor é um dos segmentos que mais crescem no Brasil e possui relevância social muito importante para a complexidade da sociedade brasileira. As chamadas entidades sem fins lucrativos são, na verdade, instituições que precisam de uma gestão assertiva para manterem sua sustentabilidade, relevância e credibilidade entre voluntários, financiadores, parceiros e governo. Em 2019, as perspectivas são bastante positivas quanto a seu crescimento e algumas tendências devem favorecê-lo. Veja a seguir!

Contabilidade especializada em Terceiro Setor

Uma tendência que tem chamado a atenção de gestores do Terceiro Setor são as soluções especializadas no segmento. Isso significa optar por um atendimento contábil com um escritório especializado nas demandas fiscais, de folha de pagamento e principalmente contábeis, com o propósito de oferecer soluções para garantir a transparência e o controle do negócio, bem como apontar saídas criativas e satisfatórias.

Terceiro Setor

As organizações da sociedade civil sem fins lucrativos podem ser filantrópicas e não gerar lucros, mas buscam pelo ‘superávit’. Isso significa desenvolver produtos e serviços que rendam saldo positivo ao final do exercício, proporcionando, desta forma, fluxo de caixa para investimentos e projetos das entidades. Além disso, há vários benefícios para esta modalidade jurídica – e o contador especialista poderá auxiliá-las em suas demandas.

Transformação Digital para o Terceiro Setor

A transformação digital é um fenômeno global que impacta profundamente as pessoas e empresas e já transforma o mundo contemporâneo. É um caminho sem volta para qualquer tipo de negócio, inclusive as entidades do Terceiro Setor. Plataformas de gestão, ferramentas para processos mais ágeis e enxutos, assistentes virtuais e inteligentes para a conexão com o público, intermediadores de pagamento ‘on-line’ para o recebimento de pagamentos e doações, ‘internet’ na nuvem, sistemas de segurança de dados, ‘Internet’ das Coisas, metodologias funcionais ágeis: estas são algumas tecnologias cada vez mais comuns e pensadas também para o Terceiro Setor.

Comunicação digital integrada

Nem sempre é fácil para a entidade do Terceiro Setor comunicar-se assertivamente com seu público. Mas os recursos digitais estão cada vez mais personalizáveis para que este segmento alcance os seus propósitos. Redes sociais e plataformas digitais dedicadas são a aposta da vez para que estas entidades se expandam no meio digital, seguindo o fluxo das transformações já mencionadas anteriormente. Ter presença digital expandida é imprescindível para as entidades do Terceiro Setor.

A comunicação entre a entidade e o parceiro contábil também deve seguir as tendências digitais. Com a utilização de ferramentas e sistemas de gestão integrados com a contabilidade, a utilização de papeis torna-se praticamente zero, prevalecendo a velocidade e assertividade na troca de informações, resultando em demonstrações contábeis ágeis e transparentes.

Era da Experiência

Vivemos, segundo os especialistas, na chamada Era da Experiência, em que as pessoas buscam em produtos, serviços e projetos uma experiência que lhes façam sentido. E este conceito pode ser bastante aproveitado pelo Terceiro Setor. Mais que oferecer uma solução, há uma nova abordagem que prioriza a conexão pela experiência. É um conceito que será muito difundido nos próximos anos e as entidades do Terceiro Setor, não podem ficar de fora.

Novas fronteiras

Quais áreas que ainda não são exploradas e nas quais há demandas para o Terceiro Setor? A tendência é buscar novas áreas e novas formas de atuação no segmento, com projetos que tenham tanto foco nas dores sociais quanto na inovação.

Veja mais: Imposto de Renda 2019 – Esteja atento às mudanças

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