Ainda o cenário é incerto. A Indústria Brasileira não teve um crescimento favorável nos anos anteriores, mas aguarda com boas expectativas as novas medidas econômicas para prever as próximas estratégias. As perspectivas são positivas, mas o segmento deve se manter em cautela.

Perspectivas para a indústria brasileira em 2019

Para se ter uma ideia, em 2017, a indústria cresceu apenas 1% e em 2018 o crescimento foi de apenas 1,7%. Mas a previsão da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para 2019 é otimista: é esperado que o setor cresça 3% neste ano. O principal argumento para esta previsão é que a Indústria cresceu mais que o Produto Interno Bruto (PIB) do país, e segundo o Banco Central, há uma previsão de crescimento do PIB de 2,5% em 2019.

Indústria

Mas as perspectivas são cautelosas, uma vez que nos últimos anos o Brasil vem enfrentado um momento de instabilidade política e econômica e ainda a sociedade aguarda uma definição de reformas e mudanças por parte do Estado – como é o caso da Reforma Fiscal e Tributária, da Reforma da Previdência, entre outras ações. Há ainda a previsão de crescimento na geração de renda, emprego e consumo.

Nos últimos anos, muitos eventos desestabilizaram a economia brasileira, prejudicando a Indústria significativamente. Com uma média de 12,5 milhões de desempregados, endividamento das famílias, empresas e do governo, da falta de definição das mudanças concretas e da falta de políticas públicas específicas ao crescimento da Indústria, muitos serão os desafios a serem enfrentados.

Investimentos e Consumo

A resposta frente a estes desafios por parte da Indústria Brasileira é aumentar os investimentos, adaptar-se ao cenário e à transformação digital – um fenômeno que deve ser compreendido por todos os tipos de empresa – e investir em inovação e diferenciais que apontem novas oportunidades.

A Indústria deve contar ainda com uma previsão de aumento dos investimentos: espera-se que eles subam 6,5% em 2019. Outro fator é o aumento do consumo das famílias, que também vai impulsionar a alavancada na economia brasileira. Esta previsão é do CNI – Confederação Nacional da Indústria. A previsão aponta para um aumento de 2,9% no consumo e para a queda da taxa de desemprego, que vai cair para 11,4%.

Crescimento dos setores

Os setores diretamente ligados ao consumo das famílias devem ter um aumento inicial maior que os demais. Com destaque, segundo o CNI, estão os setores de alimentos, máquinas, automotivos, têxtil, construção civil, entre outros. Outro destaque está na Indústria Eletroeletrônica, com projeção de aumento de vendas ainda do primeiro semestre de 2019. Contudo, todos os segmentos industriais possuem boas perspectivas de crescimento em 2019, contando com as promessas de mudanças políticas.

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